novos vídeos

novos vídeos já disponíveis...na nossa fotografia, do lado direito do blog (para quem ainda não sabe...que vergonha...) onde diz: nossos vídeos!

até já...

FPC

a título de curiosidade, fomos referidos no site da federação portuguesa de cicloturismo!

quem quiser espreitar, pode clicar no logo abaixo!

austria...passagem a "correr"

na áustria, passamos a correr! atravessamos a parte mais estreita do país e prometemos que não foi com a intenção de estar num país mais mas sim, porque era o caminho que nos dava mais jeito para ir até às cidades que queríamos ver na hungria!

sinceramente, pouco ou nada vimos, pois só atravessamos paisagens que não se mostraram tão interessantes quanto isso e, claro está, demos uma saltada até viena, onde estivemos durante 3 noites, em casa do nikolaus, um anfitrião engraçado! de viena, podemos contar que é uma cidade grandiosa - arriscamos que a maior que apanhamos até aí - com edifícios majestosos, como é o caso da ópera, dos imensos teatros, dos palácios e do edifício da câmara. uma visita ao castelo é obrigatória, podendo ver o que foi ao longo dos anos, inclusivé prisão onde se praticaram imensas torturas, masmorras horríveis, geladas e histórias tão mirabolantes que, nos paineis explica-se, ainda não descobriram se aconteceram ou são mitos! os gelados da zanoni & zanoni, são deliciosos e, pelo tamanho que têm, nada caros!

a passagem pelo
museum quartier também é obrigatória, um espaço onde existe uma instalação permanente que consiste nuns bancos amarelos - mudam todos os anos de cor - distribuídos pelas imensas praças rodeados por imensos mudeus, sejam eles clássicos ou completamente contemporâneos. é um ponto de encontro de jovens e menos jovens que têm neste espaço uma imensa oferta cultural, além de internet gratuita e cafés por todo o lado!



a passagem pelos edifícios projectados pelo arquitecto, pintor e escultor
Friedensreich Hundertwasser dão-nos uma ideia do que foram os seus pensamentos! sem linhas rectas, a ilusçao presente de movimento e muita cor, chamam a atenção de quem passa. quando se entra nos edifícios porém, entende-se a continuação deste movimento, com esculturas feitas com água e o chão, ondulado que, diz o arquitecto, respeita o equilíbrio e contacto com a terra do ser humano.



no entanto, um dos pontos altos de viena
, aconteceu na sexta-feira à noite, quando participamos na friday night skating, um evento que junta "patinadores e ciclistas" numa volta de 15km pela cidade, ocupando as vias que outrora pertencem aos veículos automóveis, tentanto alertar para a falta de condições nas cidades para a circulação de bicicletas e patins. o facto, é que todos pagam impostos, mas depois só se gasta com os "petróleos"... saímos de viena contentes e satisfeitos por a visitar! apesar de ser uma cidade grande, não desgostámos de todo. no entanto, continuamos com a ideia de que as cidades grandes não se apropriam a esta viagem. em budapeste comfirmaremos, ou não, a dúvida! a fronteira com a hungria, encontrava-se a uns quantos quilómetros que seriam todos percorridos nesse dia. quando parássemos, já nos encontraríamos em terras húngaras, o país onde ficaremos mais tempo!

até onde fomos com mil euros!

estamos na hungria, 10º país desta viagem, 4 meses e tal depois e podemos dizer: chegámos até cá com mil euros cada! alimentação, alojamento, material da bicicleta e outros afins! é uma prova de que, mesmo nas zonas mais caras da europa, é possível viajar-se na boa, sem muito no bolso! é só querermos!

blogosfera

na blogosfera, também falam de nós!!!

ula, de zielona gora, polónia - link
sofia, de lisboa, portugal - link
joana, do porto, portugal - link
ana, de lisboa, portugal - link
h, de beja, portugal - link

e se souberem de mais, pois temos a certeza (!!!) que os há...comuniquem!

a república checa

a república checa chega-nos por entre montanhas extremamente verdes e um sol quente que nos fez suar imenso nas subidas! não sabíamos onde ficar nessa noite. a intenção seria chegar a brno, que ficava ali a uns 130 e poucos quilómetros e que, por essa mesma razão, nos obrigava a uma paragem no meio...algures. tínhamos connosco um papel a pedir para montar a tenda no jardim e para isso teríamos de parar numa pequena aldeia, onde as pessoas são muito mais acolhedoras! o caminho fez-se sem problemas, mas lembro-me que neste dia não estávamos propriamente virados para o pedal e por isso, 70 quilómetros depois, decidimos procurar pouso numa pequeníssima aldeia à beira de um grande lago. a primeira pessoa que vimos, foi um velhote parado ao lado de um carro muito desmontado e quando a tanya lhe esticou o papel, logo fomos recebidos no seu jardim! soubemos logo ali que o resto do dia iria ser complicado, visto que não falávamos uma palavra de checo, nem ele uma palavra de qualquer outra língua! tenda montada, metade de banho tomado e, por entre gestos vários, fomos explicando a nossa viagem, para onde íamos, de onde vínhamos e, mais tarde, implorar que soltasse dois cães que mantinha fechados numa pocilga nas traseiras de casa, que cheirava mal como nunca sentimos e que eram extremamente meigos. conseguimos que os cães, pelo menos na nossa estadia, tivessem direito a uma horita de liberdade...coisa muito pouca. não compreendemos este tipo de pessoas que têm animais para os manterem fechados ou acorrentados a uma trela para o resto das suas vidas. crueldade no seu estado quase máximo. enfim.



depois do jantar feito e comido, preparamo-nos para nos deitarmos, mas não sem antes termos conhecido o filho do velhote, homem nos seus 40's que, claro está, só falava checo! cedo tentamos fechar os olhos, para que o dia seguinte começasse cedo também! o que não sabíamos, era que se aproximava a maior tempestade que já vimos nesta viagem e que, às 23h, estávamos a bater à porta de casa para que nos deixassem entrar e dormir lá dentro! sentamo-nos na sala, pensando que logo logo estaríamos deitados...mas não! além de nos oferecerem um sumo de qualquer coisa que ainda não descobrimos o que era, ainda tivemos o filho a falar connosco por mais de uma hora, explicando não nos perguntem o quê, enquanto via na televisão uma gravação de uma entrega de prémios musicais do ano anterior e, para melhorar a festa, nos cantava as músicas, horríveis, com o espírito mais sentimental possível. surreal! sabíamos que não íamos conseguir dormir e por isso dissemos que voltavamos para a tenda, onde além de chuva quase toda a noite, nos esperavam uns relâmpagos incríveis, além de o fundo da tenda - por fora, claro está - estar transformado num colchão de água. não nos virámos todaa noite com medo de o furar! dia acordado, desmontada a tenda, tomado o metade de pequeno almoço que dividimos com os cães, esfomeados e partimos, sem saudades e sempre com aqueles seres no pensamento. tristes.

a estrada até
brno fez-se monótona. tentamos algumas estradas secundárias, mas sem se mostarem mais interessantes. na segunda maior cidade da república checa, procuramos um hostel onde ficar por duas noites. seria a primeira vez em tantos meses que ficaríamos num hostel! nova experiência! duas camas "alugadas" num dormitório de 12 camas, com 2 holandeses e uma francesa como vizinhos, no 1º dia e 2 australianos e 2 ingleses horrivelmente ressonadores, no 2º dia. brno é uma cidade engraçada, resistente a muitas das guerras passadas nesta zona atribuladíssima e não sendo nunca atingida por nenhum grande mal que destruísse parte do seu património. o centro é um misto de edifícios antigos e novas construções, sempre duvidosas a nível de beleza arquitectónica! são muitos os teatros nesta cidade e a subida ao castelo, que mais tarde foi prisão, é obrigatório, para visitar as suas masmorras, os instrumentos de tortura e todo o vasto rol de crueldades que a inteligência humana consegue fazer. no hostel, passamos também algum tempo, a partilhar experiências de viagem com algumas das pessoas alojadas e tentando arranjar contactos para futuras cidades onde passaremos, como é o caso de sarajevo! é interessante ficar em casa de pessoas, mas uma vez por outra, tirar férias de pessoas e só estarmos com quem queremos, também faz muito muito bem! o pão na república checa não é de se lhe tirar o chapéu, mas temos de confessar que descobrimos um supermercado com uma variedade imensa que nos satisfez durante 1 dia inteiro! divinal!

de brno, continuariamos a nossa descida para o sul e mais uma vez, sem sítio para ficar! fomos nas calmas e apesar de existirem pistas para bicicletas para sair da cidade, não as conseguimos descobrir e perdemo-nos uma série de vezes, não encontrando também ninguém que nos conseguisse explicar como fazer...só conheciam as auto-estradas! 20kms depois, lá vimos a cidade pelas costas e a paisagem que mais à frente apanhamos, compensou tudo! tanto, que 60kms depois, paramos perto de um grande lago - outro! - com uma montanha lindíssima atrás e achamos por bem não sair mais dali! além de pararmos para almoçar, aproveitamos para colocar os papeis a pedir alojamento nas bicicletas, na esperança de que alguém passasse e na sua boa fé, nos ajudasse! 3 horas depois, estavamos no mesmo sítio e pegamos nas bicicletas e fomos nós procurar! o tempo estava espectacular, mesmo a pedir um acampamento selvagem, que foi o que optámos por fazer uns caminhos depois! dum lado, o grande lago, do outro um campo verde e no meio, a nossa "casa"! os mosquitos eram aos milhares e depois de termos coberto o nosso corpo de repelente, tentavam arranjar um bocado de pele que tivesse falhado...e descobriam, os cabr... acordar e ver aquele azul a perder de vista, tomar o pequeno almoço nas suas margens e sair com a cabeça na áustria, foi uma boa sensação! a república checa tinha sido uma curta, mas interessante experiência! para voltar um dia, com toda a certeza, para visitar mais a parte oeste, pensamos que mais bonita, pelo que vimos em fotos!

é difícil sair da polónia...

viajamos pela 2ª vez de comboio desde que estamos em viagem, mas não como da primeira, em que levamos as bicicletas dentro. desta vez deixamo-las em casa do radek e da monika em wroclaw, onde voltaríamos uns dias depois para seguir para a república checa. como cracóvia ficava completamente fora da rota que pensamos para estes países, mas era uma cidade que adorávamos visitar, decidimos apanhar uma seca de quase 5 horas e chegar à cidade por outro meio. a paisagem até lá é monótona e os bancos do comboio muito incómodos.

a estação fica a poucos metros do centro histórico e a casa onde ficaríamos, mesmo ali ao lado! o kuba aceitou o nosso pedido de alojamento, assim como o de mais 9 pessoas! a contar com os 5 que já lá viviam, éramos 16 na casa, a dormir em 3 compartimentos! surreal! como a romy – uma australiana que lá caiu – disse: é uma espécie de hostel, mas sem a empregada de li
mpeza! a casa era um bordel, tudo estava virado do avesso, a cozinha uma desarrumação, o quarto uma confusão! Fora isso, as pessoas que lá estavam era espectaculares: quatro espanholas, um alemão, um belga, uma australiana, dois canadianos, cinco polacos e, claro está, dois portugueses! a cidade em si é imponente, o seu centro histórico guarda pérolas que, felizmente, sobreviveram à 2ª guerra mundial, assim como toda a cidade, ao contrário de varsóvia e wroclaw, que foram destruídas em mais de 80%. não admira então que a cidade tenha sido classificada como património mundial pela unesco. no entanto, não foi isso que nos fez gostar mais de lá estar. as companhia das pessoas com quem estávamos, tornou-se mais interessante. rodeados de tanta nacionalidade, o ambiente só podia ser de festa, com conversas paralelas, com algum álcool – não para o nosso lado! – histórias mirabolantes e contactos trocados! percorremos as ruas repletas de turistas, visitámos o castelo e a catedral, o mercado central, o bairro judeu, comemos zapiekankas (hum…), gelados atrás de gelados e divertimo-nos o mais que podemos! duas noites em cracóvia foram suficientes e o saldo foi positivo! no dia seguinte, seguiríamos no autocarro para os antigos campos de concentração de auschwitz-birkenau. estávamos ansiosos e sabíamos que iria ser duro, mas tínhamos que ir.

à entrada em auschwitz, a frase em ferro forjado diz arbeit macht frei – o trabalho traz liberdade. o que vemos depois, não nos choca muito, pois o antigo campo agora é um museu e tudo está cuidado. edifícios alinham-se atrás de edifícios, relva a toda a volta e só a visão repentina do arame farpado e das torres de vigia, nos faz lembrar o que aquilo foi. no entanto, é quando se entra nestes edifícios e se lê, vê e sente a história passada que a raiva, a mágoa e as questões começam a surgir. é impressionante. caminhar até birkenau, naquela que era chamada a marcha da morte, custa. são 3km ao sol e vamos vendo aparecer aos poucos, ao longe, as torres de vigia e os carris que outrora levavam as pessoas para dentro do campo. dum lado, as mulheres e crianças, do outro os homens. quem fosse apto para trabalhar, sobrevivia mais uns dias, quem não fosse, seguia imediatamente para as câmaras de gás e posteriormente para os crematórios. as barracas onde viviam, fossem elas de madeira ou tijolo, metiam dó. o campo é gigante e conseguimos perceber o que era quando tudo ainda não havia sido destruído, arrepia. das barracas de madeira, só uma fila resta com as camas de madeira e as latrinas. depois, o que se vê, são chaminés ao alto, às centenas, quais sobreviventes duma morte anunciada. engolimos em seco. as palavras saem-nos a custo. é duro de ver e por muito que tentemos, nunca conseguiremos imaginar o que foi. nunca.




o lucasz, um polaco que já esteve em nossa casa, veio buscar-nos de carro e levou-nos até sua casa, onde ficaríamos nessa noite e onde a esposa tinha preparado uma refeição óptima que incluía flores comestíveis! foi uma experiência engraçada, comer as pétalas amarelas! depois de uma caminhada pela montanha para ver a cidade lá de cima – que não chegámos a avistar! – deitamo-nos e dormimos que nem anjinhos, tamanho era o cansaço!
o sol levantou-se cedo, mas deixamo-nos ficar mais um pouco! sabia bem estar no meio de todo aquele silêncio! depois de um pequeno-almoço delicioso, a cacha levou-nos de carro até à cidade mais próxima onde apanharíamos o comboio para wroclaw, onde dormiríamos mais uma noite e de onde partiríamos para a república checa!

o resto do dia e princípio da noite foram passados na companhia do radek e da monika, claro está, e de alguns amigos seus, bebendo e rindo num dos muitos bares espalhados por esta cidade. voltar a casa e saber que seria a última noite, foi complicado. eles são fantásticos e têm uma cadela, a mella, da qual foi complicado dizer ad
eus no dia seguinte, quando se deitava à entrada de casa e nos olhava de lado, com aquele focinho triste. custou. fez-nos lembrar muito os nossos cães e por essa mesma razão, a despedida foi demorada. pedalamos até ao centro da cidade onde o casal maravilha nos esperava e recebia com pierogis doces, que saboreámos até estarmos saciados! depois, pedalaram connosco os últimos quilómetros e levaram-nos à saída da cidade. a partir dali seria sempre em frente, nada que enganar. últimas fotos, últimos abraços, últimos agradecimentos e viramos costas. há despedidas que são complicadas e esta foi uma delas, sem qualquer dúvida. queremos vê-los rapidamente em portugal, no entanto a monika tem de deixar crescer o cabelo (private joke!) e ainda vai demorar…

o próximo destino, contacto deles, claro, era uma pequena aldeia com 60 habit
antes, perdida no meio dos montes, chamada nowina. sabíamos que o que nos esperava era algo diferente do que até aí tínhamos apanhado e por isso estávamos ansiosos de chegar! depois de perguntarmos a várias pessoas o caminho e no fim não termos percebido nenhuma palavra, chegamos finalmente ao pequeno paraíso! quando dizemos paraíso, queremos dizer que esta casa, habitada por uma espécie de quarentão-hippie-agricultor-ecologista-grande-anfitrião-peace-and-love-guy, era fantástica! cavalos, cabras, cães, ratos, gatos, cozinha ao ar livre, frigorífico para quê, teias de aranha, panquecas, amigos que chegam para conversar e ficam a dormir, pequeno-almoço com sabor selvagem, sauna artesanal, fogueira montada e um autocarro dos anos 60 que servirá, num futuro muito próximo, para pequenos concertos, camas por todo o lado, para albergar quem chegue e, seja bem vindo quem vier por bem – é o lema! o jurek, o dono da casa não estava, mas um bilhete esperava-nos à porta e dizia: olá amigos de portugal, eu não estou, mas a casa está aberta! lá de dentro, saía uma voz e decidimos bater. um rapaz espreita e diz-nos num português-abrasileirado quase perfeito: vão por aquele lado. eu falo um pouco o português! o kuba tem pouco mais de 20 anos e não tem nenhum ar de polaco. aprendeu português porque praticava capoeira e por isso passamos dois dias a falar com ele na nossa língua! ajudava o jurek na casa, com tudo o que tinha de ser tratado, além de trabalhar na empresa dos pais deste, uma espécie de horto. os momentos passados ali foram fantásticos! a beber leite tirado na hora das vacas ou das cabaras, a ver o cavalos, a conversar e a dormir no nosso quarto, numa cama onde não existia nenhum colchão, mas sim palha e uma manta por cima! perfeito! outro sítio ao qual temos obrigatoriamente que voltar! "ou vocês, ou amigos vossos” – disse-nos na despedida o jurek! fotografias para um lado, brindes com panquecas para o outro e mais um sítio complicado de sair. na polónia torna-se difícil dizer adeus…

a última terra, antes da fronteira, era boboszow, um contacto do jurek – amigos aconselham amigos! à chegada ao sítio onde a filha morava com o namorado e os pais e irmãos do namorado, encontramos uma quinta a perder de vista, cavalos, porcos pretos, patos, cães e tudo, mas tudo muito desarruma
do! era um festival! pessoas que chegavam, outras que partiam, roupas todas atiradas, a cozinha num estado caótico…enfim, o paraíso, mas desarrumado! montamos a tenda, tomamos um banhito e jantamos. ninguém falava connosco, pois ninguém falava inglês e isso foi estranho. as poucas palavras trocadas, serviram para pedirmos para tomar banho, dizer no dia seguinte que sim, que tínhamos vindo desde portugal de bicicleta e obrigado e adeus. nada mais. porém, a sensação de acordarmos no dia seguinte com um cavalo a comer ao nosso lado, abrirmos a tenda e vermos três que se passeavam mesmo ali e fazermos festas a uma porca preta logo a seguir, que se comportava como um cão, foi espectacular! depois do pequeno-almoço tomado, há que pegar nas bicicletas e desaparecer no meio de todas aquelas montanhas repletas de natureza brutalmente verde! a república checa estava ali, a 3 quilómetros apenas!

Posts mais populares